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SIZÍGIA |
Um termo aplicado a qualquer par de OPOSTOS quando referidos como um par, quer em conjunção, quer em oposição. Jung usava a palavra mais freqüentemente com relação à conexão de ANIMA E ANIMUS. Escreveu sobre essa conexão como psicologicamente determinada por três elementos: “A feminilidade pertinente ao homem e a masculinidade pertinente à mulher; a experiência que o homem teve da mulher e vice-versa (aqui eventos da infância precoce são de primordial importância); e a imagem arquetípica masculina e feminina” (CW 9ii, parág. 41, n. 5). Ver IMAGO. Jung concluía que imagens do emparelhamento da sizígia masculino-feminina eram tão universais quanto a existência do homem e da mulher, citando o motivo recorrente de pares masculino/feminino na mitologia e lembrando o par de conceitos designados como Yang e Yin na filosofia chinesa. Em ilustrações alquímicas primitivas, o masculino e o feminino estão associados simbolicamente, sugerindo que, como parte do processo, eles precisam ser diferenciados e depois reunidos como um par andrógino (ver ALQUIMIA; CONIUNCTIO). A bissexualidade não está porém implicada e sim o funcionamento complementar de elementos que de outra forma permaneceriam opstos (ver ANDRÓGINO; HERMAFRODITA; SEXO) |