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INTEGRAÇÃO |
Termo usado por Jung de três modos principais: (1) Como uma descrição (ou mesmo diagnose) da situação psicológica de um indivíduo. Isso implica um exame da interação de CONSCIÊNCIA e o INCONSCIENTE, as partes masculinas e femininas da personalidade (ver ANIMA E ANIMUS; SIZÍGIA), os vários pares de OPOSTOS, posição assumida pelo EGO com relação à SOMBRA, e o movimento e deslocamento entre as funções e atitudes da consciência (ver TIPOLOGIA). Diagnosticamente, a integração é o contrário da DISSOCIAÇÃO (ver PROJEÇÃO). (2) Como um subprocesso da INDIVIDUAÇÃO, mais ou menos análogo a “saúde mental” ou “maturidade”. Quer dizer que a integração como processo sugere o princípio fundamental para a individuação sem a nítida ênfase sobre a imparidade e auto-realização implícitas nesse último termo. Também implicaria que a integração pode levar a um sentimento de TOTALIDADE, resultante de uma articulação dos vários aspectos da personalidade. (3) Como um estágio de desenvolvimento, tipicamente durante a segunda metade da vida, em que as várias dinâmicas referidas em (1) acima atingem algum tipo de equilíbrio (ou, antes, nível ótimo de conflito e tensão). Ver COMPENSAÇÃO; ESTÁGIOS DA VIDA. |