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EMPIRISMO |
Jung considerava sua psicologia como empírica, significando que está baseada mais na observação e no experimento que na TEORIA. Julgava isso como o oposto da especulação ou da ideologia e descrevia o empirismo como tendo a vantagem de apresentar fatos da forma mais precisa quanto possível, muito embora estivesse limitado por sua falta de avaliação do valor das idéias. Considerava o pensamento empírico não menos racional que o pensamento ideológico e debatia as duas abordagens com relação à introversão, que ele via como expressiva do empirismo, e à extroversão, que era aplicável ao ideologismo (ver TIPOLOGIA). Ademais, a abordagem de Jung era relevante com relação ao ARQUÉTIPO, observado na forma de uma IMAGEM e, portanto, um conceito empírico. Fordham (1969) e outros insistiam na verificação mediante observação do comportamento pessoal. Hillman e outros psicólogos arquetípicos observaram, em lugar disso, o funcionamento da imagem (1975). Ambos os grupos seguiram uma abordagem empírica, porém isso conduziu a diferentes perspectivas de análise do material clínico (ver Samuels, 1985a). |