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ANGÚSTIA |
No uso do termo, por Jung, podem-se distinguir aspectos particulares. É um tanto questionável se Jung lidava adequadamente com os vários processos defensivos empregados pelo EGO para afastar a angústia. Pode-se atribuir isso, em parte, ao fato de ele equiparar o “ego” à “CONSCIÊNCIA”. Isso significava que a possibilidade de que partes da estrutura do ego sejam, elas próprias, INCONSCIENTES não é cogitada. São essas defesas inconscientes do ego que lidam com a angústia. Do mesmo modo, devido à sua insistência de que o conteúdo de um COMPLEXO específico é mais importante que o nome que damos ao complexo, a obra de Jung não mostra paralelismo com discussões de Freud sobre os diferentes tipos de angústia. Para Jung, a angústia tem sempre uma interpretação e significação pessoais. |