|
SUMÁRIO
1. La vergüenza arquetipal
Eileen Celis de Oliveros
Este trabajo se propone una aproximación
a la vergüenza desde una perspectiva junguiana. Las relaciones entre vergüenza, sombra, ego, persona
y Self son analizadas e interpretadas, así como el papel de vergüenza en el proceso de individuación.
La inflencia que tiene la familia y la sociedad en la formación de sombra y la conciencia de la vergüenza
es tambén discutida. La afirmación de que la vergüenza es un sentimiento universal se puede
apreciar al estudiar su presencia en una comunidad primitiva del Amazonas. Tomando en cuenta lo mitológico
y lo costumbrista presentes en textos de diferentes culturas y diversas épocas de la historia del hombre,
se discute la asociación dela vergüenza al honor, la dignidad y el orgullo en la historia de civilizaciones
diversas como en la época de Homero o el París de Balzac.
2. Da lenda do gênio-louco à
teoria das inteligências múltiplas
Luiz Paulo Grinberg
Partindo de algumas idéias de Jung a
respeito da personalidade do artista, o autor passeia por alguns conceitos da história da arte e, baseando-se
em dois estudos principais a respeito das várias visões sócio-históricas a respeito
da imagem do artista, levanta as possíveis raízes culturais que culminaram na associação
entre genialidade e loucura.
3. Jung e Eliade: identidades e diferenças
Tito R. De A. Cavalcanti
O autor procura compreender o conceito de arquétipo
na obra de Mircea Eliade, assinalando as diferenças existentes entre sua compreensão desse conceito
e aquela de C. G. Jung
4. O herói e a emergência da
consciência psíquica
Maria Zelia de Alvarenga
A autora propõe uma releitura do mito
do herói-heroína como elemento estrutural arquetípico que promove o processo de mentação,
concorrendo para a estruturação da consciência em sua condição psíquica.
O estabelecimento da identidade se faz pela busca das paridades (semelhanças) e das imparidades (diferenças)
entre os seres humanos. Discorre sobre a natureza e o trabalho do herói e sua função estruturante
para a personalidade. Propõe uma gesta heróica, atualizada de forma específica para o homem
e para a mulher.
5. A família como dimensão
simbólica do Self: um estudo da dinâmica do Self familiar pela psicologia simbólica
Carlos Amadeu B. Byington
O autor descreve o Self familiar sob a perspectiva
da psicologia simbólica como um sistema estruturante de diferenciação da consciência,
inter-relacionando-se criativa e defensivamente com os sistemas do Self individual, do Self cultural e do Self
cósmico.
Para embasar a conceituação do
Self familiar dentro do referencial arquetípico, propõe o autor o conceito de símbolo estruturante,
englobando a realidade subjetiva do indivíduo e a objetiva do mundo que o cerca. Além de símbolo
estruturante, analisa o arquétipo da alteridade, englobando os arquétipos da anima e do animus, para
coordenar a relação dialética dos pólos de todas as polaridades, mente-corpo, subjetivo-objetivo,
interno-externo, indivíduo-sociedade e homem-mulher. O terceiro pilar dessa perspectiva é a conceituação
da psique como o cosmos e a diferenciação da consciência como o processo de humanização
do cosmos.
Na dimensão do Self familiar, o autor
descreve a psicodinâmica da família tradicional de dominância patriarcal que se estruturou por
volta de dez mil anos atrás, junto com a fixação à terra, e que foi se construindo
num desequilíbrio na relação social homem-mulher, com um distúrbio típico da
polaridade afetividade-agressividade e uma propensão à dependência sado-masoquista.
Finalmente, o autor, seguindo o pensamento de
Dorothy Dinnerstein, associa os distúrbios da família tradicional de dominância patriarcal
com a superpopulação e a guerra e assinala que a equiparação do casal e sua abertura
para o amor depende da sua participação igualitária na primeira infância dos filhos.
6. The reality of the soul
Murray Stein
Experiences of syncronicity around death lead
the author to reflect on the dimensions of the human soul. Symbols are understood as objects that represent both
a concrete reality and a transcendent reality.
Symbols in dreams likewise embrace both psychological
image and transpsychological reality.
Resenhas
Lançamentos
Calendário de Eventos
Notícias
SOCIEDADE BRASILEIRA DE PSICOLOGIA ANALÍTICA
São Paulo: Rua Dr. Mário Cardim, 150
CEP 04019-000 - Tel.: (0XX) 11 575-7296 - Fax: (0XX) 11 573-7731
e-mail: sbpa@sbpa.org.br - home page: www.sbpa.org.br
Rio de Janeiro: Rua Visconde de Pirajá, 595, sala 1104
CEP 22410-003 - Tel./Fax: (0XX) 21 239-2246
e-mail: sbparj@marlin.com.br - home page: www.sbpa-rj.org.br
|