www.rubedo.psc.br | Poesia | © Sérgio Nazar David
 

Aqui talvez seja
a espera entre a cruz e a ressurreição.
Fiz ponto de seda
escondido em folha.
Tudo dá tantas voltas
que é preciso terminar frases, gestos, beijos,
sem palavra fim, sem efeitos.
Morrer querendo
esfria o coração no meio
e faz seguir a chama, a brasa, a cera, o branco,
onde já não é fundo o corpo,
mas há planos.