www.rubedo.psc.br | Poesia | © Sérgio Nazar David
 

É pra você
que corto minha bolha de sabão.
O véu do olhar me contém
entre o inútil e o quase
ao alcance. Sou
sugado no arco da visão -
aqui e assim mesmo,
a ponte, o foco, a rosa partida -
e caio morto
dentro do poema.