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INTROJEÇÃO E INCORPORAÇÃO NA MELANCOLIA

 

Bruno Netto dos Reys

 

Na depressão, essa fé no alívio da dor, na recuperação final, não existe. A dor é implacável e essa condição torna-se intolerável por sabermos de antemão que não vai aparecer nenhum remédio - no período de um dia, numa hora, num mês ou num minuto.

Sabemos que qualquer pequeno alívio é temporário, que será seguido por mais dor. A desesperança, mais do que a dor, destrói a alma. Sendo assim, as decisões da vida diária não consistem, como nos casos normais, em passar de uma situação desagradável para outra menos desagradável - ou de um desconforto para um conforto relativo, ou do tédio para a atividade - mas em passar da dor para a dor. Não abandonamos nem por um momento nossa cama de pregos, mas a carregamos conosco.

O fragmento acima, retirado do relato autobiográfico do escritor William Styron, Perto das Trevas, onde o autor narra sua experiência de uma crise melancólica, representa muito bem aquilo com que nos defrontamos na clínica psicanalítica na escuta de pacientes melancólicos. A desesperança, a aridez, a dor, são suas características, submetendo o sujeito a um sofrimento superlativo, atroz, gozo implacável que leva o melancólico muitas vezes a terminar com o seu sofrimento pondo fim à própria vida.

Numa tentativa de tentar conhecer melhor os processos envolvidos na produção de tal discurso, pretendo examinar, nas linhas que se seguem, as relações existentes entre os conceitos psicanalíticos de Introjeção (Introjektion) e Incorporação (Einverleibung), bem como o papel que ambos desempenham na explicação daquilo que conhecemos na clínica como melancolia.

Criado por Ferenczi, o termo introjeção é utilizado por Freud em diversos momentos de sua obra , sendo retomado também por Abraham, Melanie Klein e Lacan, muitas vezes com diferentes nuances ou designando coisas distintas em cada um desses autores. Da mesma forma, o termo incorporação aparece neles, sendo usado ora como um tipo de introjeção, ora em substituição a este conceito, desempenhando um papel fundamental para a explicação psicanalítica da melancolia.

Surgindo primeiramente em 1909, no texto Transferência e Introjeção, o termo introjeção designa para Ferenczi um processo peculiar à neurose, análogo ao que representa a projeção na psicose paranóica. Para ele,

o neurótico busca incluir em sua esfera de interesses uma parte tão grande quanto possível do mundo exterior, para torná-lo objeto de fantasmas conscientes ou inconscientes. Este processo, que se traduz no exterior pela "Suchtigkeit" * dos neuróticos, é considerado como um processo de diluição, pelo qual o neurótico tenta atenuar a tonalidade penosa dessas aspirações "livremente flutuantes", insatisfeitas e impossíveis de satisfazer. Proponho chamar esse processo inverso da projeção, introjeção .

Ferenczi mostra nesse texto como a introjeção representa um dos modos peculiares como se estrutura a relação fantasmática do sujeito com seus objetos. Segundo ele, o neurótico

tenta atenuar seus afetos flutuantes, com a extensão de sua esfera de interesses, com a introjeção, quando ele, então dispersa suas emoções sobre todos os tipos de objetos, que em nada lhe concernem, para deixar, no inconsciente, suas emoções ligadas a certos objetos que lhe concernem em demasia.

A introjeção, para Ferenczi, neutraliza os afetos livremente flutuantes, desligados da representação, que comparecem como uma ameaça à homeostase do sujeito ou a tranquilidade da alma. Assim como outros sintomas neuróticos, como a conversão, a introjeção aparecerá na transferência como uma tentativa inconsciente do paciente de transferir seus afetos ao analista, resultando daí a própria possibilidade de cura do sintoma.

Três anos mais tarde, num breve escrito O Conceito de Introjeção, Ferenczi tenta precisar o conceito enfatizando mais uma vez a relação deste com o conceito de transferência.

Descrevi a introjeção como a extensão, ao mundo exterior, do interesse, de origem auto-erótica, pela introdução de objetos exteriores na esfera do ego (...). É a esta união entre os objetos amados e nós mesmos, esta fusão destes objetos com nosso ego, que chamei de introjeção e - repito - estimo que o mecanismo dinâmico de todo amor objetal e de toda transferência sobre um objeto, é uma extensão do ego, uma introjeção. Quanto à transferência dos neuróticos descrevi-a como um exagero inconsciente deste mesmo mecanismo dinâmico, uma espécie de doença introjetiva...

Abrahan e Torok nos ajudam a precisar o sentido do termo introjeção em Ferenczi. Assinalam que apesar do fato de todos os autores que lhe são contemporâneos ou posteriores, atribuirem a Ferenczi a paternidade do conceito, nenhum deles aprofundou a sua análise. Segundo eles, a confusão em torno do conceito teria chegado a tal ponto que passou-se a chamar introjeção um processo que justamente se destaca pela recusa ou impossibilidade de introjetar, pelo menos no sentido ferencziano do termo. Esses autores teriam reduzido o triplo sentido inicial do termo (extensão dos interesses auto-eróticos, alargamento do eu e inclusão do objeto no eu) a um aspecto superficial: apropriação do objeto por incorporação. Propõem-se então a eliminar a falsa sinonímia existente entre introjeção e incorporação. Ambos se distinguem na medida em que a introjeção - em suas palavras quase um instinto, não pode ser movida por uma perda real efetiva de um objeto de amor, definindo-se por um processo de inclusão do inconsciente no eu, ao qual a perda objetal efetiva não faria mais do que obstaculizar. Além disso, ao caráter do processo progressivo da introjeção opõe-se a instantaneidade da incorporação. À primeira

corresponde um processo, à última um fantasma.

Em Freud, o termo introjeção vai aparecer em diversos momentos ao longo de sua obra, a partir de 1915, bem como também o termo incorporação, embora possamos observar uma certa justaposição entre os mesmos. Em pelo menos duas oportunidades ele reconhece explicitamente a Ferenczi a paternidade do conceito de introjeção.

Gostaria aqui de mencionar brevemente que, como está explícito acima, venho atribuindo à introjeção, e a partir de agora também à incorporação , ora o caráter de um conceito, ora de um termo. Acredito que ao longo da elaboração que sofreu na teoria psicanalítica, o termo introjeção foi aos poucos adquirindo um peso de conceito, o qual não necessariamente estava presente no monento inicial de sua elaboração, a despeito da tentativa de caracterização de Ferenczi de um conceito de introjeção.

A exemplo disso, podemos citar Laplanche e Pontalis , quando a propósito de introjeção e incorporação não utilizam a palavra conceito para defini-las, designando-as como "processo", "termo" ou "noção", o que nos remete à oposição entre o uso nocional e o uso conceitual de um termo ( todo conceito é também um termo, o inverso não sendo necessariamente verdadeiro, o termo podendo designar uma noção ). Além disso, para esses autores, Ferenczi utiliza de forma equívoca o termo introjeção, ora designando um "tipo de comportamento", ora uma "paixão pela transferência", a que desse modo poder-se-ia também denominar projeção. É somente com Freud, segundo eles, que o termo passa a adquirir um contorno mais nítido, contrapondo-se à projeção.

Freud utiliza pela primeira vez o termo introjeção no artigo Pulsões e Destinos de Pulsões, quando trata do problema das três polaridades da vida anímica: sujeito-objeto, prazer-desprazer e atividade-passividade. É interessante notarmos que já nesse texto estão presentes os termos introjeção e incorporação, utilizados praticamente como sinônimos. Diz Freud, a propósito da oposição entre o sujeito (eu) e o mundo exterior:

bajo el imperio del principio de placer se consuma dentro de él un ulterior desarrollo. Recoge en su interior los objetos ofrecidos en la medida en que son fuente de placer, los introyecta (según la expressión de Ferenczi [1909]) , y, por otra parte, expele de si lo que en su propia interioridad es ocasión de displacer (...) Luego que la etapa puramente narcisista es relevada por la etapa del objeto, placer y displacer significan relaciones del yo con el objeto. Cuando el objeto es fuente de sensaciones placenteras, se establece una tendencia motriz que quiere acercarlo al yo, incorporar-lo a el (...) Etapas previas del amar se presentam como metas sexuales proporcionales em el curso del complicado desarrollo de las pulsiones sexuales. Discernimos la primera de ellas en el incorporar ou devorar, una modalidad del amor compatible con la supresión de la existencia del objeto como algo separado, y que por tanto pode denominarse ambivalente.

Garcia-Roza nos chama a atenção, neste ponto, para a passagem operada por Freud do registro da pulsão sexual para as pulsões autoconservadoras do eu:

Essa forma de satisfação auto erótica é possível apenas em se tratando de pulsões sexuais; as pulsões de autoconservação, por não se satisfazerem na modalidade fantasmática, exigem um objeto externo. Por imposição do princípio do prazer, o eu é obrigado a introjetar os objetos do mundo externo que se constituem em fonte de prazer e a projetar sobre o mundo externo aquilo que no seu interior é causa de desprazer.

Em Luto e Melancolia desaparece a ambiguidade entre os termos, já que aqui Freud não utiliza o termo introjeção. Ao tratar da identificação do eu com o objeto perdido ( a sombra do objeto que cai sobre o eu ) ele mostra como na melancolia há um predomínio do tipo narcisista de escolha objetal, bem como uma regressão do investimento objetal para a fase oral, destacando assim a incorporação, situada na origem da distinção sujeito (eu) - objeto (mundo exterior):

... la identificación es la etapa previa de la elección de objeto y es el primer modo, ambivalente en su expresión, como el yo distingue a um objeto. Querría incorporárselo, en verdad, por la via de la devoración, de acuerdo con la fase oral o canibálica del desarrollo libidinal.

Assim, podemos dizer que a incorporação nos remete ao banquete totêmico presente no mito da horda primitiva de Totem e Tabu , no qual os membros da horda, através do ato de devoração do pai, incorporando-o, consumam plenamente sua identificação com ele.

Em Psicologia das Massas..., a propósito da identificação, Freud diz que esta é a forma mais originária de ligação afetiva com um objeto e que substitui a uma ligação libidinal de objeto, por via regressiva, mediante a introjeção do objeto no eu. Em seguida, afirma serem as melancolias um exemplo dessa introjeção do objeto. Diferentemente de Luto e Melancolia, Freud não utiliza mais aqui incorporação. Para ele, as melancolias "nos muestran al yo dividido, descompuesto en dos fragmentos, uno de los cuales arroja su furia sobre el otro. Este otro fragmento es el alterado por introyección, que incluye al objeto perdido."

Essa instância crítica, herdeira do narcisismo primário, agora denominada ideal do eu, anuncia o que será o papel do supereu na explicação da melancolia a partir do advento da segunda tópica. Em O Eu e o Isso, Freud apresenta o supereu como o herdeiro do complexo de Édipo, operação por meio da qual são introduzidos no eu, por introjeção, os objetos primordiais aos quais o eu teve que renunciar. Identificação primordial, imperativo categórico kantiano, o supereu é particularmente severo nos casos de melancolia. Diferentemente da neurose obsessiva, onde o sentimento de culpa resultante do jugo crítico do supereu sobre o eu não pode justificar-se frente a este, na melancolia o objeto a quem se dirige a cólera do supereu foi acolhido no eu por identificação (introjeção/ incorporação). Nada resta ao eu senão, portanto , resignar-se, confessar-se culpado e submeter-se ao castigo.

É interessante notarmos que dois anos mais tarde, em Algumas Consequências Psíquicas da Diferença Anatômica Entre os Sexos, tratando novamente do supereu como herança do complexo de Édipo, Freud afirma que os objetos são incorporados ao eu.

Finalmente a introjeção voltará a ser pensada por Freud em A Denegação em relação à função do juízo de atribuição. A questão da inclusão/ exclusão do objeto no eu, pensada a partir de uma dialética dentro x fora, dá lugar à dupla função do juízo: atribuir ou não uma propriedade a uma coisa e admitir ou negar a existência de uma representação na realidade. Diz ele: "El juzgar es el ulterior desarrollo, acorde a fines, de la inclusión (Einbeziehung) dentro del yo o la expulsión de él, que originariamente se regieron por el principio de placer".

Preocupados em fugir à equivocidade entre os termos introjeção e incorporação a que dá margem o texto freudiano, Laplanche e Pontalis sugerem uma distinção a partir da referência ao imaginário da constituição da superfície corporal.

... o limite corporal é o protótipo de toda e qualquer separação entre um interior e um exterior; o processo de incorporação refere-se explicitamente a este invólucro corporal.O termo "introjeção" é mais amplo: já não é apenas o interior do corpo que está em questão, mas o interior do aparelho psíquico, de uma instância, etc. É assim que se fala de introjeção no ego, no ideal do ego, etc.

Não pretendo percorrer aqui os caminhos que tomam os conceitos de introjeção e incorporação nos autores da escola inglesa, particularmente Melanie Klein, que teria se dedicado segundo esses mesmos autores "a descrever as idas e vindas fantasísticas dos 'bons' e 'maus' objetos ( introjeção, projeção, reintrojeção )". Entretanto não poderia deixar de mencionar Abrahan, autor de um estudo clássico sobre a melancolia, Breve Estudo do Desenvolvimento da Libido, Visto à Luz das Perturbações Mentais. Neste livro, publicado em 1924, em dois capítulos Abrahan trata da relação entre perda e introjeção de objeto que caracteriza a melancolia, os sintomas melancólicos significando a expulsão e reincorporação do objeto, que vão ser inseridos no sequenciamento em fases que para Abrahan caracteriza o desenvolvimento da libido. A introjeção é pensada então como incorporação física, por via bucal, correspondendo a um processo oral-canibalesco, ou seja, um processo que se situa na fase oral posterior da maturação libidinal. Já a perda do objeto constitui um proceso anal, característico da fase sádico-anal, como o atestam as tendências a perder e destruir coisas características da etapa mais antiga desta fase.

Dessa maneira, o nível libidinal ao qual o melancólico regride após a perda de seu objeto contém em si próprio um conflito de sentimentos ambivalentes em sua forma mais primitiva e , assim, mais imodificada. Nesse nível, o indivíduo ameaça destruir seu objeto devorando-o.

O que surge dessa concepção de Abrahan, é a própria noção de objeto parcial, em estreita relação com a fase primordial do sadismo oral:

... a fantasia central dessa etapa inaugural do desenvolvimento, embora descrita como uma fantasia de castração por mordida, vai ganhar um sentido inédito: enquanto representação que resume todas as apropriações fantasiosas de partes do objeto de amor, ela é fantasia de devoração interpretada como fundadora de uma identificação. Portanto, laço afetivo original estabelecido com o objeto chamado de "amor parcial" , considerado um amor primordialmente imperfeito, mas já destinado a se tornar amor objetal pleno.

Para concluir, gostaria de indicar brevemente alguns momentos em que a questão introjeção/incorporação aparece na obra de Lacan. Sabemos que em Lacan a questão do objeto parcial vai sofrer um deslocamento que levará à formulação do conceito de objeto a (o único conceito original que ele admite ter introduzido na psicanálise), o qual podemos situar em estreita relação com os conceitos de introjeção e incorporação. Não e´ sem cautela que Lacan se utiliza do termo introjeção. Refere-se a este termo ressaltando que ele costuma ser empregado um tanto confusamente, para designar algo que se produz no momento do declínio do complexo de Édipo.

Peço-lhes que não se precipitem em dar a esse termo uma significação muito definida. Digamos que se emprega quando se produz uma como que inversão - o que era fora se torna dentro, o que era o pai se torna o supereu (...)

Mas se perguntássemos a um psicanalista - o Sr. acredita verdadeiramente que a criança come então o seu pai, que isso lhe entra no estômago e se torna o supereu ?

Operamos como se tudo isso fosse óbvio. Há maneiras inocentes de usar o termo introjeção, que vão longe.

No escrito A Direção da Cura, Lacan volta a criticar a noção de introjeção subjetiva afirmando que esta porta uma dimensão de erro por instalar-se "desgraçadamente" em uma relação dual. A propósito da importância concedida na cura à fantasia de devoração fálica, Lacan destaca a função privilegiada do signficante falo no modo da presença do sujeito no desejo, destacando a natureza imaginária de tudo que se produz a partir da incorporação simbólica. Em seguida critica Ferenczi:

Si Ferenczi concibe la transferência como la introyección de la persona del médico en la economía subjetiva, ya no se trata aquí de esa persona como soporte de una compulsión repetitiva, de una conducta inadaptada o como figura de una fantasía. Para él se trata aqui de la absorción en la economía del sujeto de todo lo que el psicoanalista presentifica en el dúo como hic et nunc de una problemática encarnada. No llega este autor hasta el extremo de articular que el acabamiento de la cura no puede alcanzar-se sino en la confesión hecha por el médico al enfermo del abandono del cual él mismo se encuentra en situación de sufrir ?

No seminário La Angoisse Lacan volta a falar de introjeção a propósito do ideal do eu, "isto que do outro é o mais cômodo a introjetar" , para em seguida situar na melancolia um nível de articulação que implica a dimenção auditiva da função paterna. Essa dimensão auditiva do supereu, pura voz do Outro, tem como pano de fundo um objeto pouco trabalhado por Freud, a voz, o qual vai adquirir com o conceito de objeto a um papel central na teoria psicanalítica. Resto da operação de castração, a incorporação do objeto voz como dimensão da função paterna é o que permanece desconhecido, não simbolizado, na melancolia, alienação fundamental que a aproxima da psicose: " Or, si la mélancolie n'a de sens, elle se caractérise, à l'inverse, par défaut radical de tout travail de deuil: rejet maximal de la castration symbolique dans la psychose, que Lacan désigne comme forclusion du Nom-du-Pére."

Volto ao relato de Styron, onde este assinala um certo momento em que já não possuia mais forças, quando tendo perdido toda a esperança de fazer cessar o sofrimento decide-se a dar cabo da própria vida, "resolvido a partir em silêncio". Nesse momento, algo surge dessa dimensão da voz, esse som, brilho fugaz do objeto que o faz mudar completamente de propósito, fazendo surgir o desejo que o leva a retomar seu laço com a vida: é a voz de uma cantora invisível que surge durante a execução da música de Brahms.

O som, como toda música - na verdade, como todos os prazeres - ao qual eu estava indiferente há meses, atingiu meu coração como uma adaga, e numa torrente de rápida lembrança pensei em todas as alegrias que aquela casa havia conhecido. As crianças que tinham corrido por ela, as festas, o amor e o trabalho, o sono honestamente merecido, as vozes e a vivacidade, a tribo eterna de gatos, cães e pássaros ... Compreendi que tudo isso era mais do que eu podia abandonar ...

 

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

ABRAHAN, K. (1970) Teoria Psicanalítica da Libido, Rio de Janeiro: Imago.
ABRAHAN, N. E TOROK, M. (1978) L'Ecorce et le Noyau, Aubier-Flammarion.
FERENCZI, S. (19 ) Escritos Psicanalíticos, 1909-1933, Rio de Janeiro: Liv. Taurus Ed.
FREUD, S. (1990) Obras Completas, Buenos Aires: Amorrortu.
GARCIA-ROZA, L.A. (1995) Introdução à Metapsicologia Freudiana 3, Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed.
JURANVILLE, A. (1993) La Femme et la Mélancolie, Paris: PUF.
LACAN, J. (1979) O Seminário, Livro 1; Os escritos técnicos de Freud, Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed.
_______ (1981) La Dirección de la Cura y los Principios de su Poder in Escritos, 2 vols., México: Siglo Veintiuno Editores.
_______ (19 ) L'angoisse, seminaire 1962-63, 2 vols., mimeo.
LAPLANCHE, J. E PONTALIS, J. B. (1994) Vocabulário da Psicanálise, São Paulo: Martins Fontes.
NICÉAS, C. A. (1995) Notas sobre os Pós-Freudianos e seus Objetos in Fort-Da 3, Rio de Janeiro: Revinter.
STYRON, W. (1992) Perto das Trevas, Rio de Janeiro: Rocco.

 

Bruno Netto dos Reys é psiquiatra e psicanalista,
mestre em teoria psicanalítica pela UFRJ.


brunoreys@trip.com.br

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